A Partida Sempre-Viva
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A Partida Sempre-Viva — die immergrüne Partie — foi nomeada por Wilhelm Steinitz, que em 1879 escreveu que ela era “sempre-viva na coroa de louros do grande mestre alemão”. Foi o segundo clássico de Anderssen, jogado oito meses após a Partida Imortal e contra um oponente de estilo diferente.
A abertura é o Gambito Evans, o mais romântico de todos os gambitos. Anderssen sacrifica seu peão b, depois o peão d, depois sua dama no lance 21, tudo para forçar o mate que chega no lance 24. Como na Imortal, a peça final de mate é um bispo em e7, mas desta vez é o bispo de casas escuras e o mate é em f8.
A combinação
Após 19.Rad1, as pretas jogam 19…Qxf3, o que perderia o jogo para vários lances brancos. Anderssen encontra o mais bonito: 20.Rxe7+ Nxe7 21.Qxd7+!! Kxd7 22.Bf5+ Ke8 23.Bd7+ Kf8 24.Bxe7#. O sacrifício de dama em d7 é o tipo de lance que os jogadores do século XIX diziam que só poderia ser concebido por um deus.